domingo, 1 de novembro de 2009

Finalíssima

Em mim ficou um pouco de ti, o pouco que me deste. Em cada olhar respondido, deste-me o que eras, sem as palavras gastas e sentires mutáveis que o tempo faz nascer, o limite em nós que o tempo fez nascer! Isto não se perde, o que me deste não muda e fez sentido no lapso dos sentidos voláteis de outrora. Por mim, serei sempre aquelas mãos que te confortavam todo o corpo, estas mãos que procuravam as tuas! Por mim, serás o todo, que em ti eu era! Enquanto o tempo trata de nos matar, ficarás em mim, na inevitabilidade do sempre, indefinido para sempre…

Gostar de Ti foi um pretexto para nos salvar!

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