Os nossos corpos...
Caixas de sonhos guardados
fugidos de fins,
cheios de mundos ideados
ladeados por jardins,
onde nos cruzamos
com o tanto...
tanto que somos por fazer,
no simples que é o sonhar,
no difícil que é o dizer
até se fazer um silêncio...
E neste silêncio,
predidos no tanto vivido,
sem saber o que é viver,
sussuras-me ao ouvido:
"- Conta-me... o que estamos a perder?"
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