Não quero mais!
Digo no meu pensar mentido
debaixo deste céu caído
que deixas ao fundo enquanto saís...
Resta soltar-me ao ar
e sentir em mim algo estóico, crescente
que me leva na impassível pena de pedra
do sentido que nada sente!
e sei...
que não mais quererei correr!
não mais terei que secar a cara!
por já não ter nada que possa perder
porque em mim nada de ti ficara...
Espero ver-te numa outra vida,
quando o nosso destino consentido for igual
porque nesta volta perdida
este encontro foi casual
(um repentino devaneio feroz)
nascido de intento nenhum
que a vida que vi em nós
só foi vista por Um!
Noite áspera em coração fraco,
carregado de querer frustrado
em letras feitas de sentido escasso
ao saber que não é amado!
"Para sempre? - Nada dura para sempre!"
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