No teu mundo esquecido
entre palavras que não te chegam
depois de tudo que havia sido,
platónico,
ardido!
De tudo o que sinto,
tudo é indigno,
quero antes nada mais te dizer...
(sei que minto)
mas prefiro,
pois sinto-me a morrer!
Só fingir!
debaixo daquela árvore sem tempo (uma qualquer)
fingir que me perguntas:
"- Em que pensas?"
e não responder!
(não por não querer)
só por não ter palavras imensas...
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