És triste e amado sentido
que me tortura o olhar cercado,
mudo e mordaz sentir fingido
que mata o querer gritado..
Ainda te sinto onde os olhos já não te chegam,
apesar de tanto...
tanto que me queimas!
ainda me perco no pensamento esquecido
ainda te falo no silêncio que teimas...
de mais um inicio feito fim caído!
por ti nascido...
por ti perdido...
Este injusto querer desfeito
de uma nobre vontade que arde
num chorar seco de silêncio imperfeito,
mercê de um triste amor cobarde!
Ainda cá fico,
mais uns dias talvez..
por ser difícil sair daqui
por querer que me encontres de vez
e me tragas o que perdi...
Quem sabe um dia
dure mais...
quem sabe um dia
não te vás embora...jamais
"Agora não!"
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Melhor amigo!
Nunca mudei o que sinto
enquanto sinto a falta de te ter..
de todas as palavras que finto
haverá uma que me fará esquecer...
Há muito que nos perdemos
no estranho esbater da memória
que faz da nossa vida
o triste contar da história...
E parece morrer o conforto!
fraco e incapaz,
puxo de um cigarro que me esconda o corpo
na sombra que a distância me faz...
Raiva por não querer dizer o teu nome...
vontade de querer estar contigo!
raiva por nao saber dizer...
melhor amigo!
enquanto sinto a falta de te ter..
de todas as palavras que finto
haverá uma que me fará esquecer...
Há muito que nos perdemos
no estranho esbater da memória
que faz da nossa vida
o triste contar da história...
E parece morrer o conforto!
fraco e incapaz,
puxo de um cigarro que me esconda o corpo
na sombra que a distância me faz...
Raiva por não querer dizer o teu nome...
vontade de querer estar contigo!
raiva por nao saber dizer...
melhor amigo!
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